BALI:
O aeroporto parece uma rodoviária, US$ 25 pelo visto.
Ao sair, peguei um tipo de moto-taxi, tem muitos, muitos mesmo, você cansa de ouvir eles te oferecendo, e vale mais a pena que o taxi comum, mesmo as vezes sendo o mesmo preço, pois o tranzito é uma loucura
Encontrar o hotel da Nyara (uma brasileira que vivia em
Darwin, Austrália que encontrei por um site de mochileiros) foi complicado, quando
encontrei, estava lotado, fiquei em um próximo ao dela, estava morto de andar
de motinha (scoolter) para todos os lado procurando o hotel. Uma loucura,
construção bem estranha, budista e ao mesmo tempo muito boa, fiquei em uma
suíte (sem água quente) muito grande, por apenas 7 dólares.
Cheguei morto, final de tarde de um sábado, fui ver o por do
sol, tomei 3 cervejas e como sempre fiquei besta com o espetáculo natural
chamado por do sol.
As crianças ficam sempre jogando futebol no final da tarde, não jogo futebol, mais joguei com eles cerca de 5 minutos, eles adoraram joga com um brasileiro.
Que saudade eu estava da praia... porém não entrei na água,
voltei pro hotel pra tomar banho, me lembro de cair na cama e pedir perdão por
dormir em um sábado à noite em Bali. Desmaiei e às 6 am estava no mar, passei
boa parte da manhã com um salva vidas que me ensinou a comer com as mãos, me
alugou uma prancha que mal pude usar porque meu pulso doía muito ainda (tinha
quebrado duas semanas atrás no snowboard),
contei a ele o que tinha acontecido, ele fez uma massagem nervosa e desde então
comecei a melhorar. Passei toda a tarde em Kuta, na praia e na redondeza
esperando a Nyara e desfrutando da praia. O voo da galera atrasou.
Na outra manhã encontrei todos, fomos à praia e depois
alugamos as motinhas, não precisa de habilitação nem deixar o passaporte nada (se te pedirem pra deixar o passaporte alugue em outro lugar), almoçamos em um resort mega chique por uns 15 dólares
Fomos visitar o famoso templo flutuante, que mais parecia Aparecida do Norte em
12 de outubro. Para entrar foi ridículo, nós “brancos”(eles nos chamam assim)
tínhamos de pagar, os loucos nos cobravam pelo megafone, pagamos e ao
entregarmos os tickets, dizíamos porra ticket, eu falei ticket de enfiar no c..,
quando descobri que alguns entendem português pois foram colônia do Timor
Leste...
Na área do templo tudo paga, não goste, porém adorei o
trânsito caótico de motinha e comprei uma goiaba na barraca de suco por 4 dólares, estava mais de um ano sem minha fruta preferida, foi a primeira vez na vida que dei gorjeta.
Na volta pro hotel, combinamos o jantar e também um passeio
para o dia seguinte. Ao chegar no hotel, encontrei alguns locais tomando a
bebida típica (arak) e um moleque eslovaco, me juntei a eles e quando percebi
já estava bêbado. Cconheci um francês, como sempre louco. Fomos em todas as
baladas possíveis e imaginárias, causei em todas, os PUBs e clubes têm entrada
grátis, pode ir em vários na mesma noite, porém 87% delas tocam músicas bem
comerciais. Não espere um bom rock, reggae ou mesmo um Techno.
Lógico que acordei tarde e perdi o rolê do pessoal, mas
acordei o Francês, alugamos motinhas, fomos andar de jetski (este é o Antoni), foi animal, e pela
primeira vez (na trip) a GoPro não funcionou
Voltando, encontramos a Secret beach, um dos lugares mais lindos em que já estive, o azul era mágico, cores lindas, era possível ver a sombra dos corais, mas era proibido nadar, o que a tornava ainda mais legal, peguei alguns jacarés!!
Encontramos dois locais muito loucos e de bom coração, com quem pescamos e fizemos peixe assado, eles nos ensinaram a maneira deles, apenas colocando o peixe no espeto com pimenta e eu ensinei a minha, enrolando o peixe na folha de bananeira com sal e limão. Comprei duas águas de coco, o Frances ficou pasmo ao descobrir que tinha água dentro do coco. E como o local era habilidoso com o facão, um dia do caralhio...
Se encontrar essa praia e confiar na sua natação, pode tentar atravessar para a praia a esquerda, o Antoni estava comigo não conseguiu, teve de voltar, porem se conseguir, será bem recompensado.
À noite, balada íamos encontrar uma indonesiana e duas
americanas (amigas do Antoni, quando ele me contou eu perguntei: are they for
free? Hahaha tem muita puta em Bali)
Chegamos para encontrar as meninas numa cobertura super
chique, gente fina (eu como sempre de bermuda e chinelo), estávamos com uma
garrafa de Bitang (cerveja local) de 1litro na mão, matando na porta antes de
entrar para não desperdiçar, até que o gerente falou vocês podem pagar 100.000
rúpias (50.000 cada) e tomar à vontade, joguei minha garrafa no canteiro e
entrei. A cerveja tava trincando, tava tomando rápido e zuando as
americanas(óbvio), às 23h comecei a chamar Jack Daniels com coca-cola, pedi
vários, o copo tava na metade eu mandava descer outro, até que o garçom me
perguntou, Double?? Já respondi de pronto, "triple but fast please!!" Quando veio
a conta absurdamente alta, falei: - só tenho 100.000 pra mim e pro Antoni, se
você quiser, fala com o cara de camisa preta, ele falou 50.000 bebe à vontade
hahaha
Galera, não sabia o que fazer, dei meus 100.000 e fiquei na
minha, as meninas pagaram... Dia seguinte eu e Antoni alugamos motos trail e
fomos explorar tudo... curti demais andar de moto depois de mais de um ano, e
ali já percebi que o ideal seria alugar motos para descobrir bons lugares
gastando pouco e mais rápido...
fomos também a Uluatu, onde tem uma praia linda, praia de filme, cheia de turistas e jovens.
fomos também a Uluatu, onde tem uma praia linda, praia de filme, cheia de turistas e jovens.
By motor bike??
Are they for
free??
Bro, I like
jetski no Jack daniels
Brasilians
aren' t good business

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